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sábado, 9 de maio de 2009
Carlos Drumoond de Andrade
Não deixe o amor passar...


Quando encontrar alguém e esse alguém fizer seu coração parar de funcionar por alguns segundos, preste atenção: pode ser a pessoa mais importante da sua vida.
Se os olhares se cruzarem e, neste momento,houver o mesmo brilho intenso entre eles, fique alerta: pode ser a pessoa que você está esperando desde o dia em que nasceu.
Se o toque dos lábios for intenso, se o beijo for apaixonante, e os olhos se encherem d’água neste momento, perceba: existe algo mágico entre vocês.
Se o primeiro e o último pensamento do seu dia for essa pessoa, se a vontade de ficar juntos chegar a apertar o coração, agradeça: Deus te mandou um presente: O Amor.
Por isso, preste atenção nos sinais - não deixe que as loucuras do dia-a-dia o deixem cego para a melhor coisa da vida: O AMOR.
sexta-feira, 8 de maio de 2009
Número de casos de nova gripe sobe a 6 no Brasil, diz ministro

RIO DE JANEIRO (Reuters) - O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, disse nesta sexta-feira que o número de casos da gripe H1N1 subiu para seis no Brasil, após o anúncio dos quatro primeiros casos na véspera.
Os dois casos adicionais foram registrados no Rio de Janeiro e em Santa Catarina -- cuja Secretaria da Saúde havia confirmado o resultado positivo em uma criança de 7 anos pouco antes.
A criança catarinense esteve na Flórida e voltou ao país no dia 3 de maio, disse Temporão em entrevista coletiva.
Já o caso carioca é de um amigo de um paciente cujo resultado positivo foi divulgado na quinta-feira, o que indica que houve transmissão da gripe H1N1 de pessoa para pessoa, algo inédito até então no país.
"Houve transmissão do vírus no país", declarou o ministro da Saúde.
O primeiro país da América do Sul a ter caso da gripe confirmado foi a Colômbia. Na quinta-feira, a Argentina também confirmou seu primeiro caso. Em todo mundo, já existem mais de 3.000 casos confirmados, segundo os últimos números da Organização Mundial de Saúde.
A doença matou 45 pessoas no México, principal foco do vírus, e duas nos Estados Unidos.
Nesta sexta-feira, a OMS manteve o alerta pandêmico mundial no nível 5 (numa escala que vai até 6), pois o vírus da gripe H1N1 ainda não ganhou força fora das Américas.
Sylvie Briand, diretora interina do programa global de influenza da OMS, disse que a maioria das pessoas infectadas pela nova cepa ao redor do mundo importou o vírus de viagens ao México ou esteve muito próximo de pessoas que viajaram.
A fase 5 indica que uma pandemia é "iminente" e sinaliza a governos ao redor do mundo que se preparem para combatê-la. Para decretar fase 6, a OMS teria de verificar a disseminação do novo vírus de forma sustentada em um país fora das Américas.
(Reportagem de Rodrigo Viga Gaier)
Os dois casos adicionais foram registrados no Rio de Janeiro e em Santa Catarina -- cuja Secretaria da Saúde havia confirmado o resultado positivo em uma criança de 7 anos pouco antes.
A criança catarinense esteve na Flórida e voltou ao país no dia 3 de maio, disse Temporão em entrevista coletiva.
Já o caso carioca é de um amigo de um paciente cujo resultado positivo foi divulgado na quinta-feira, o que indica que houve transmissão da gripe H1N1 de pessoa para pessoa, algo inédito até então no país.
"Houve transmissão do vírus no país", declarou o ministro da Saúde.
O primeiro país da América do Sul a ter caso da gripe confirmado foi a Colômbia. Na quinta-feira, a Argentina também confirmou seu primeiro caso. Em todo mundo, já existem mais de 3.000 casos confirmados, segundo os últimos números da Organização Mundial de Saúde.
A doença matou 45 pessoas no México, principal foco do vírus, e duas nos Estados Unidos.
Nesta sexta-feira, a OMS manteve o alerta pandêmico mundial no nível 5 (numa escala que vai até 6), pois o vírus da gripe H1N1 ainda não ganhou força fora das Américas.
Sylvie Briand, diretora interina do programa global de influenza da OMS, disse que a maioria das pessoas infectadas pela nova cepa ao redor do mundo importou o vírus de viagens ao México ou esteve muito próximo de pessoas que viajaram.
A fase 5 indica que uma pandemia é "iminente" e sinaliza a governos ao redor do mundo que se preparem para combatê-la. Para decretar fase 6, a OMS teria de verificar a disseminação do novo vírus de forma sustentada em um país fora das Américas.
(Reportagem de Rodrigo Viga Gaier)
quinta-feira, 7 de maio de 2009
Fique por dentro...

SP confirma duas mortes após vacina contra febre amarela
Governo paulista divulgou nesta quinta-feira (7) mortes ocorridas em abril.
Morreram mulher de 20 anos, em Botucatu, e menina de 4 anos, em Avaré.
A Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo confirmou nesta quinta-feira (7)
que duas pessoas morreram após serem vacinadas contra a febre amarela.
As mortes provocadas por reação à vacina ocorreram em abril, mas foram divulgadas somente nesta quinta.
As vítimas, uma moça de 20 anos, de Botucatu, e uma menina de 4 anos, residente em Avaré, estavam internadas no Hospital das Clínicas da Universidade Estadual Paulista (Unesp), de Botucatu.
As vítimas, uma moça de 20 anos, de Botucatu, e uma menina de 4 anos, residente em Avaré, estavam internadas no Hospital das Clínicas da Universidade Estadual Paulista (Unesp), de Botucatu.
Elas apresentavam os sintomas da doença, causados pela imunização, e não resistiram.
De acordo com a coordenadora de imunização da secretaria, Helena Sato, a vacina causou uma reação chamada de víscerotrópica aguda, que é a penetração do vírus (presente no medicamento) no tecido do fígado.
"Trata-se de um caso raro, que pode acontecer um para cada 1 milhão a 1,5 milhão de doses aplicadas", explicou.
Segundo ela, a ciência ainda não descobriu o motivo pelo qual o vírus, ao invés de proteger, acaba por contaminar a pessoa. "Não existe uma explicação para isso ainda na literatura mundial. Estes dois casos serão investigados pelo Ministério da Saúde em conjunto com a secretaria de Saúde."
A imunização das duas vítimas fez parte da campanha de vacinação iniciada na região sudoeste de São Paulo, incluída como a mais nova área endêmica do Estado - antes havia apenas a região noroeste -, onde foram diagnosticados 25 casos positivos e nove óbitos. A campanha vacinou 90% dos cerca de 1 milhão habitantes da área. Em todo Estado, 1,5 milhão de doses da vacina foram aplicadas em 2009.
Fonte:G1
quarta-feira, 6 de maio de 2009
Americana recebe primeiro transplante facial do país
Connie Culp


A americana Connie Culp tornou-se a primeira pessoa nos Estados Unidos a receber um transplante facial.
Nesta semana, Connie conversou pela primeira vez com a imprensa após a cirurgia.
Há cinco anos, ela foi acertada por um tiro de revólver disparado pelo seu próprio marido e ficou desfigurada.
Há cinco anos, ela foi acertada por um tiro de revólver disparado pelo seu próprio marido e ficou desfigurada.
No ano passado, Connie voluntariou-se para um transplante facial em uma clínica na cidade de Cleveland.
Pela cirurgia, pedaços de pele, ossos, nervos, artérias e veias foram retiradas de um doador e recolocados na face de Connie.
Pela cirurgia, pedaços de pele, ossos, nervos, artérias e veias foram retiradas de um doador e recolocados na face de Connie.
A paciente americana também recebeu o nariz, uma parte da mandíbula e alguns dentes do seu doador. Aos jornalistas, Connie disse: "Quando alguém tem um defeito ou não é tão bonita quanto os outros, não as julgue, porque você nunca sabe o que aconteceu com elas."
Quando o marido disparou contra ela há cinco anos, Connie Culp ficou sem nariz, sem paladar e sem as pálpebras inferiores.
Cinco anos depois dessa tragédia, ela mostrou seu novo rosto, depois de ter sofrido o primeiro transplante facial quase total do mundo.
A americana de 46 anos e mãe de dois filhos passou pelo delicado transplante em dezembro passado, numa operação que durou 22 hora na Clínica Cleveland, em Ohio, no que foi o quarto transplante facial bem sucedido realizado até o momento.
Os cirurgiões transplantaram quase 80% de seu rosto utilizando o tecido facial de uma mulher falecida, que foi colocado nela como uma máscara.
Seu rosto foi, dessa maneira, praticamente todo substituído, com exceção da fronte, das pálpebras superiores, do lábio inferior e do queixo.
A equipe de 11 cirurgiões encarregada da operação indicou que Culp, privada de estrutura óssea e que não podia se alimentar nem respirar sem a ajuda de um tubo na traqueia, poderá agora comer normalmente.
Mas seu rosto está muito inchado e sua fala comprometida, por enquanto.
"Achamos que o procedimento mudou sua vida dramaticamente", afirmou Maria Siemionow, diretora de pesquisa em cirurgia plástica da clínica.
"Achamos que o procedimento mudou sua vida dramaticamente", afirmou Maria Siemionow, diretora de pesquisa em cirurgia plástica da clínica.
A identidade de Culp e o incidente que a desfigurou haviam sido mantido em sigilo até agora.
"Bom, acho que sou a pessoa que todos vieram ver", afirmou Culp, ao ser apresentada. "Acho que é importante falar da família da doadora que tornou possível que eu tivesse o rosto dessa pessoa".
Ela explicou que, quando o dr. Risal Djohan, cirurgião plástico da clínica, viu seus ferimentos pela primeira vez, o médico disse não ter certeza se poderia resolver o problema, mas que tentaria fazê-lo.
"Bom, acho que sou a pessoa que todos vieram ver", afirmou Culp, ao ser apresentada. "Acho que é importante falar da família da doadora que tornou possível que eu tivesse o rosto dessa pessoa".
Ela explicou que, quando o dr. Risal Djohan, cirurgião plástico da clínica, viu seus ferimentos pela primeira vez, o médico disse não ter certeza se poderia resolver o problema, mas que tentaria fazê-lo.
"Aqui estou eu, cinco anos depois. Ele fez o que disse que ia fazer: devolveu meu nariz", comentou, rindo.
Os transplantes faciais são controvertidos porque implicam riscos severos e são realizados para para melhorar a qualidade de vida dos pacientes.
Também causa preocupação que a operação possa ser usada com objetivos meramente comésticos ou como meio de alterar a identidade de uma pessoa.
Os transplantes faciais são controvertidos porque implicam riscos severos e são realizados para para melhorar a qualidade de vida dos pacientes.
Também causa preocupação que a operação possa ser usada com objetivos meramente comésticos ou como meio de alterar a identidade de uma pessoa.
Diante da imprensa, Culp pediu que não se julgue as pessoas pela aparência.
A paciente não comentou o motivo de seu drama, mas a imprensa local contou que seu marido, Thomas, disparou contra ela à queima-roupa em 2004, antes de tentar o suicídio. O aparente assassinato-suicídio fracassou e ele foi condenado a sete anos de prisão.
A paciente não comentou o motivo de seu drama, mas a imprensa local contou que seu marido, Thomas, disparou contra ela à queima-roupa em 2004, antes de tentar o suicídio. O aparente assassinato-suicídio fracassou e ele foi condenado a sete anos de prisão.
Desfigurada, Culp passou por 30 operações, numa tentativa de salvar seu rosto antes de pensar em fazer o transplante, o primeiro a ter incluído ossos, além de músculos, pele, vasos sanguíneos e nervos.
Siemionow estimou que o transplante "foi a restauração funcional mais complexa do mundo nos dias de hoje".
Siemionow estimou que o transplante "foi a restauração funcional mais complexa do mundo nos dias de hoje".
O primeiro transplante parcial de rosto foi feito por médicos franceses em 2005, em uma mulher de 38 anos, Isabelle Dinoire, desfigurada depois de ter sido atacada por seu cachorro.
Fonte:BBC,Google.
Fonte:BBC,Google.
terça-feira, 5 de maio de 2009
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